Antonio Cabral - Ano 1º

NoticiasOctober 26, 2006 3:52 pm

?Novas? Tendências do Marketing
Ultimamente têm aparecido várias e diversas notícias sobre Marketing e Vendas, incluindo a publicação de alguns livros, o que acho curioso é que me parecem ideias perfeitamente praticáveis à muito tempo por quem anda neste meio. Não se tratará tão-somente de “vestir” muito bem a boneca, com um qualquer Dior, e juntar-lhe aquilo que eu designo pela eloquente Regra do 6?

 

- Actual Editora

 

Buzzmarketing – Mark Hughes
“…a mais nova e poderosa arma do marketing moderno”
“Segundo o autor é o instrumento que “espalha” a mensagem através do “passa a palavra”.”
“Ao longo deste livro, Mark Hughes enumera seis segredos para…”

 

Persuasão – Mave Lakhani

 

“…melhorar as técnicas de negociação, seguindo com sucesso os seis princípios da persuasão.”

 

Marketing Viral – Steve Juvertson, pelo que me apercebi ao ler o artigo da Dia D do Público, também está lá o seis, mas desta vez parece-me que são as seis regras.

 

Ora reflictam bem e digam da vossa justiça.

Noticias 10:08 am

Curso de Marketing Feminino

 Nota - segundo elas, the best is in the end


 1) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Chegas perto dele e dizes-lhe:
- Sou um fenómeno na cama.
Isto é Marketing Directo.

2) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Um dos teus amigos chega perto dele e diz-lhe:
- Aquela mulher é um fenómeno na cama.
Isto é Publicidade.

3) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Pedes-lhe o número de telemóvel. No dia seguinte ligas-lhe e dizes:
- Sou um fenómeno na cama.
Isto é Telemarketing.

4) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Tu reconheces este homem.
Chegas mais perto dele, refrescas a sua memória e dizes-lhe:
- Lembras-te como sou fantástica na cama?
Isto é Customer Relationship Management.

5) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Levantas-te, arranjas o vestido, aproximas-te dele e ofereces um copo.
Dizes-lhe como é bom o seu perfume, dás-lhe os parabéns pela sua boa aparência.
Ofereces-lhe um cigarro e dizes-lhe:
- Sou um fenómeno na cama.
Isto é Public Relations.

6) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Ele chega perto de ti e diz-te:
- Ouvi por aí que és um fenómeno na cama.
Isto é Branding, o Poder da Marca.

7) Estás numa festa e vês um homem muito fascinante.
Chegas perto dele e dizes-lhe:
- Sou um fenómeno na cama, mostrando-lhe uma mama.
Isto é Merchandising.

Curso de Marketing Masculino

1) Estás numa festa e vês uma ganda gaja toda boa.
Chegas perto dela e dizes-lhe:
-Sou um fenómeno na cama e resisto toda a noite sem parar.
Isto é Publicidade Enganosa e é punida por lei.

NoticiasOctober 24, 2006 11:00 pm

TRABALHOS ACADÉMICOS

Como se pode analisar pela dissertação abaixo um trabalho académico não é mais que a divulgação do (s) resultado (s) de uma investigação que pode assumir diferentes formas mediante o propósito a que se destina.
“Os trabalhos académicos devem apresentar uma lógica interna; devem expor ideias obedecendo a uma coerência entre os tópicos abordados e, no interior destes, um encadeamento lógico de ideias”

Exemplificando:
O que são?
Trabalhos que visam compilar em documento resultados de uma determinada pesquisa ou dissertação sobre um determinado tema.

“Consoante os casos temos:
TCC - Trabalho de Conclusão de Curso de graduação. O objectivo é a divulgação dos dados técnicos obtidos e analisados e registra-os em carácter permanente, proporcionando a outros pesquisadores, fontes de pesquisas fiéis, capazes de nortear futuros trabalhos de pesquisa e facilitando sua recuperação nos diversos sistemas de informação utilizados.
DISSERTAÇÃO: É um estudo científico, com tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha contribuir com relevância à ciência. As dissertações são geralmente apresentadas ao final de cursos de mestrado, grande rigor académico, mas sem a inovação dos trabalhos de tese.
TESE: As teses são trabalhos científicos mais elaborados e completos. São resultados apresentados como necessidade para conclusão de cursos de doutorado e devem ser constituídas de ideia, fundamento ou proposta original.
Trabalho de revisão bibliográfica: Consiste no exame/revisão de um conjunto de bibliografias (livros, artigos, documentos, etc.) escritos sobre determinado assunto, por autores pertencentes a diferentes correntes de pensamento. Tem por objectivo conhecer diferentes especialistas de determinada área do conhecimento e seus diferentes pontos de vista.
Trabalhos do tipo ensaio: É um comentário breve, informal e subjectivo, de natureza reflexiva e teórica sobre um tema ou obra.
Relatório de estágio: É a descrição de um processo de aprendizado do qual o aluno participa.
Monografia - é o resultado do trabalho científico que expõe, de forma racional e objectiva, toda a pesquisa desenvolvida em torno de um tema escolhido e investigado. A elaboração de uma monografia compreende vários processos.
Relatório - de pesquisa fazem parte do processo académico e tem como objectivo descrever o andamento de uma determinada pesquisa.
Seminário - é levar todos os participantes a uma reflexão aprofundada de determinado problema, a partir de textos e em equipe.
Resumo - de um texto é, na realidade, uma síntese de ideias. Resumindo um texto com as próprias palavras, o estudante mantém-se fiel às ideias do autor sintetizado.
Resenha - é uma síntese ou um comentário crítico de uma obra, tendo também o objectivo de servir como veículo de crítica e avaliação.”
http://www.fapam.edu.br/normasbiblio2.pdf Caracterização dos trabalhos académicos

Para que servem?
“Os trabalhos científicos fazem parte da 2ª etapa do processo de produção do conhecimento científico.

Enquanto a primeira é o trabalho realizado pelo pesquisador na investigação para a resolução de um problema de pesquisa, a segunda etapa, tão importante quanto a primeira, consiste na divulgação dos resultados da investigação.”

http://www.bu.udesc.br/download/manualversaomaio2006.pdf MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UDESC: TESES, DISSERTAÇÕES, MONOGRAFIAS E
TCCs

NoticiasOctober 23, 2006 2:46 pm

 

O que Roberto Abarca, director-geral da Seur Portugal, estranha é que se pense em Espanha e Portugal como um único país quando os sinais que vêm de Espanha são de desintegração - com o País Basco e a Catalunha na linha da frente. In Público de 22 de Outubro de 2006.

No interior 2 (leram bem) duas páginas dedicadas ao tema. Algumas pérolas (na minha opinião):

"Nós damos o mapa da Peninsula toda, mas em Espanha Portugal não aparece. Quer dizer há ali uma falta escondida", nota o historiador Antonio Hespanha

"Sinceramente se a economia (portuguesa) estivesse muito melhor não havia nenhum português que quisesse ser espanhol" garante o espanhol Roberto Abarca director-geral da Seur Portugal

A FAVOR

José Saramago e o seu ensaio, só publicado em castelhano,  Sobre o meu Iberismo. "não desapareceriamos, da mesma maneira que os catalães são catalães. os bascos são bascos e os galegos são galegos". Ou "O que se passa neste momento em Portugal é que não sabemos para onde vamos. Não há uma ideia de futuro. Somos um país pequeno, económicamente débil e animicamente cansado. Agora, deixaríamos de ter as fronteiras mais velhas da Europa, que é um titulo de glória de que a gente sempre fala. Não significa muito, mas enfim…Seriamos aquilo que provavelmente deveríamos ter sido sempre: a Ibéria."

CONTRA

Miguel Angel Bastenier, do El Pais. só tem uma coisa a dizer: não, gracias. "Com a Catalunha já temos que chegue."

"Para começar, Portugal é um país homogéneo, toda a gente fala português, ninguém fala basco e catalão felizmente"

"Os espanhóis ainda não decidiram o que são, o que é uma grande vergonha. E Portugal viria dividir ainda mais Espanha. Porque se acrescentava outra Catalunha. … E eu sou de Barcelona, falo catalão, mas sou espanhol, caramba!… Assim sendo, Espanha tem uma grande literatura, como tem Portugal…Mas a ciência precisa de tempo livre. Por isso, Espanha tem uma grande literatura e uma merda de ciência." K.G.

"Espanha não aceitaria que Portugal se unisse continuando a ser Portugal. Teria de se "castelhanizar". E desde Aljubarrota que Portugal não se quer "castelhanizar" para nada."

In Público de 22 de Outubro de 2006, excertos, aconselho consulta

?E ESTA HEIN? Afinal de contas esta união/integração do nosso ponto de vista, é o que me interessa aqui discutir, faz todo o sentido como "sendo a via mais fácil de resolver os nossos problemas e de retirar alguns dividendos de indole financeira". Pelo contrário, não faz qualquer sentido, com argumentos essencialmente de indole histórico patriótica.

JÁ AGORA: Que tal tomar o destino nas nossas mãos, resolver os nossos problemas, traçar o nosso destino e prestarmos o nosso tributo a figuras tão gratas e grandiosas da nossa história (Afonso Henriques, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral…..), conquistando o mundo e abrir um lugar na galeria dos notáveis onde o nome Portugal seja uma marca de sucesso?

Noticias 1:39 pm

Noticias 12:59 pm

 

O artigo do Prof. Jorge Remondes em primenegocios:

 

 

 

http://www.primenegocios.com/pdf/20061010220625.pdf

NoticiasOctober 18, 2006 5:33 pm

Espanhóis querem anexar Portugal

 

Segundo uma sondagem ontem conhecida, quase metade dos espanhóis (45,7 %) gostariam de unir Portugal a Espanha.

A revista espanhola Tiempo pediu esta investigação que refere, também, que segundo os espanhóis, o novo país deveria chamar-se Espanha e ter como capital Madrid e deveria manter o regime monárquico já existente no país.

Esta pesquisa revela que o apoio à união de Espanha a Portugal é, especialmente, elevada entre os mais jovens (dos 18 aos 24 anos) e, entre os apoiantes a esta fusão, 43,4 % é da opinião que o novo Estado deveria chamar-se Espanha, contra 39.4 % que defende Ibéria como sendo o melhor nome para o novo país. É de referir, ainda, que somente 3.3 % gostaria de ter Lisboa como capital, contra 80 % que preferiram Madrid.

Este inquérito surge após o semanário português "Sol" ter revelado que 28 % da população portuguesa será a favor da união do país a Espanha.

In Jornal de Noticias de 18 Outubro de 2006

http://jn.sapo.pt/2006/10/18/sociedade e vida/espanhois querem anexar portugal.html

POR UMA QUESTÃO DE PATRIOTISMO AGORA É QUE É MESMO OBRIGATÓRIO COMENTAR.

É indolor, prometo, basta só carregar em "comments" escrever  e seguir as instrucções.

E já agora: FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES, E SE PUDEREM APROVEITEM PARA FAZER ALGUEM TAMBÉM.

Saudações, Cordiais


WelcomeOctober 16, 2006 11:52 pm

<a href="http://www.technorati.com/claim/sgwpe2hcxp" rel="me">Technorati Profile</a>

NoticiasOctober 14, 2006 9:48 pm

"Canibalização" dos blogues pelos "media" é um risco.

José Luis Orihuela diz que desafio actual dos blogues é o da "inovação". "Estamos num ponto de não retorno", diz o especialista espanhol.

Os blogues não são uma moda mas antes uma "revolução" que faz de cada cidadão um potencial meio de comunicação. José Luis Orihuela, professor na Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, respondeu desta forma à questão "Por que é que os weblogs (não) vão acabar em 2006?", o título da sua intervenção no primeiro dia do 3º Encontro Nacional de Weblogs, que decorreu hoje, sexta-feira, no antigo auditório da reitoria da Universidade do Porto. O encontro termina amanhã.

"No futuro, é possível que os blogues tenham outro nome. Mas continuará a haver gente comum a fazer comunicação sem filtros", "pessoas convertidas em ‘media’", a fazer "podcast", "videoblogs" ou outro tipo de conteúdos, sublinhou o especialista espanhol, autor do conhecido eCuaderno.com

"Estamos num ponto de não retorno. Nunca mais o espaço público da comunicação estará exclusivamente na mão dos ‘media’", reforçou o especialista, que prevê mesmo que alguns blogues se tornem mais populares do que órgãos de comunicação social "on-line". No entanto, alertou, a "comercialização" excessiva é um risco para os blogues, referindo a cada vez mais comum prática de comprar determinadas opiniões ou ligações.

 

Relação complexa entre "media" e blogues

 

O "spam", a falta de credibilidade da informação e a "canibalização" pelos jornais digitais convencionais são outros perigos que se colocam aos blogues, enumerou Orihuela. Neste último ponto, o professor frisou que os blogues criados pelos jornais "on-line" "não têm nada a ver com o espírito" original da blogosfera.

Esta "canibalização" é a fase actual da relação complexa entre blogues e jornalismo, que começou na ignorância dos jornalistas face ao fenómeno. Seguiu-se a fase de desprezo e desvalorização dos blogues. Com as coberturas eficazes do 11 de Setembro e do Katrina pelos "bloggers", os jornais passaram a temê-los. Neste momento, assiste-se à integração de blogues nos órgãos de comunicação mais instituídos, referiu Orihuela.

O desafio que os blogues encontram hoje é o da "inovação", afirmou o professor universitário, para quem, apesar da evolução da blogosfera (o seu tamanho duplica de seis em seis meses), a "paixão" dos autores é ainda o "ingrediente secreto" dos "weblogs".

Pedro Rios
prr @ icicom.up.pt
Foto: Luís Pedro Carvalho

Causas 4:20 pm

Face à injustiça praticada para com uma das mais queridas e enternecedoras personagens do nosso imaginário, numa discussão sem sentido mas que todo o sentido fará (e todos vocês sabem perfeitamente do que estou a falar) para o sentido que vos aprouver dar, lanço aqui o movimento "Calimero a mascote já"

Por um novo sentido de vida para o Calimero espero as vossas dezenas de comentários. A causa é justa, contribuam e FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES