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Espanhóis querem anexar Portugal
Segundo uma sondagem ontem conhecida, quase metade dos espanhóis (45,7 %) gostariam de unir Portugal a Espanha.
A revista espanhola Tiempo pediu esta investigação que refere, também, que segundo os espanhóis, o novo país deveria chamar-se Espanha e ter como capital Madrid e deveria manter o regime monárquico já existente no país.
Esta pesquisa revela que o apoio à união de Espanha a Portugal é, especialmente, elevada entre os mais jovens (dos 18 aos 24 anos) e, entre os apoiantes a esta fusão, 43,4 % é da opinião que o novo Estado deveria chamar-se Espanha, contra 39.4 % que defende Ibéria como sendo o melhor nome para o novo país. É de referir, ainda, que somente 3.3 % gostaria de ter Lisboa como capital, contra 80 % que preferiram Madrid.
Este inquérito surge após o semanário português "Sol" ter revelado que 28 % da população portuguesa será a favor da união do país a Espanha.
In Jornal de Noticias de 18 Outubro de 2006
http://jn.sapo.pt/2006/10/18/sociedade e vida/espanhois querem anexar portugal.html
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POR UMA QUESTÃO DE PATRIOTISMO AGORA É QUE É MESMO OBRIGATÓRIO COMENTAR.
É indolor, prometo, basta só carregar em "comments" escrever e seguir as instrucções.
E já agora: FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES, E SE PUDEREM APROVEITEM PARA FAZER ALGUEM TAMBÉM.
Saudações, Cordiais
Li ontem esse mesmo artigo, nós devemos estar a começar a fazer algo de mt bom, para os Espanhois quererem agora estar anexados a Portugal. Mas achei piada ao facto de mesmo assim eles continuarem a ser “patriotas” afinal querem Portugal indexado a Espanha, não querem “construir” uma Peninsula Ibérica com um só País.
Comment by Eliana Moutinho — October 19, 2006 @ 9:48 am
Eu sou completamente a favor de uma união entre Portugal e Espanha desde que houvesse a criação de um novo país, Ibéria é um bom nome, tal como alguns outros que pudessem surgir. O que tinhamos a perder? Perderiam talvez alguns a boa vida que deixavam de receber para estar em casa e iriam começar a trabalhar pra comer e pagar despesas, perderiamos os impostos absurdos e completamente imorais que temos neste país, perderiamos a balburdia e o prejuizo que esta “empresa” chamada Republica Portuguesa dá aos seus “sócios” de ano para ano. A ganhar é que era pior, ganhariamos talvez qualidade de vida, desde um aumento de salarios minimos até reduções nos impostos…
Como se pode ver, até temos mais a perder do que a ganhar…
Comment by Marco Costa — October 19, 2006 @ 10:42 am
amigos, sou suspeito em falar pois nasci e cresci em outro continente, porém como toda a genética é lusitana.. entre Chaves e o Minho (pai e mãe) penso que até tenho algum voto na matéria.. bem do meu ponto de vista é utópico.. porém não deixa de ser um elogio.. quer dizer que há imensas pessoas em Espanha que olham Portugal com novas oportunidades.. na minha clara opinião, não vejo o pq do inviável, seria de acordo se isso trouxer igualdades e melhorias para os Portugueses, a situação do nome, também penso que deveria ser intitulado um novo (nem ao Sol, nem a Terra)mas enfim.. isso são aqueles pensamentos utópicos que dificilmente chegarão a algum lado, porém se fosse para ter maior justiça social, melhor economia.. pq não? o Canadá é um país bi-lingue e trabalha lindamente.. quanto a imagem do calimero - é uma susgestão para a “nova bandeira?”
abraços
Comment by Flávio Oliveira — October 19, 2006 @ 12:40 pm
Meus caros colegas e amigos
Estou de facto estupefacto com algumas coisas que estão a ser escritas.
Apesar de achar que Portugal tem de facto muitas situações que precisam de ser corrigidas, envio-vos um artigo do Nicolau Santos director adjunto do Expresso que vale a pena ler apesar de ser extenso.
Quem vai ficar contente com isto é o prof. Francisco Coelho….
Um Abraço a todos
Artigo ” Portugal vale a pena” de Nicolau Santos
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de
recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia. Eu
conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de
tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na
produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa
que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena
de mercados. E que tem também outra empresa que concebeu um sistema
através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema
onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar. Eu
conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas
bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários
prémios internacionais. E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco
a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na
Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no
sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três
bancos nos cinco primeiros). Eu conheço um país que está avançadíssimo
na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que
tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os
resultados para os clientes de toda a Europa por via informática. Eu
conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram
sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a
pequenas e médias empresas. Eu conheço um país que conta com várias
empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais
com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito
cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um
medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial
na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que “bateu” em
duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis. E que conta já com um
núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia.
Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de
cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já
construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um
pouco por todo o mundo. O leitor, possivelmente, não reconhece neste
País aquele em que vive - Portugal. Mas é verdade. Tudo o que leu acima
foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por
portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que
funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam-se, por
ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta,
BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical
Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte
d’Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft,
Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos
grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo. E
depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas
dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há
anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens
Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que
desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber
quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da
cadeia norte-americana). É este o País em que também vivemos. É este o
País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda
da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na
saúde, no ambiente, etc. Mas nós só falamos do País que está mal.
Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à
média europeia. Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos
feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos
sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por
uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um
burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos
ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também
na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que
de bom se tem feito. Porque, na verdade, se os maus exemplos são
imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?
Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso In Revista
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Comment by Jose Gradim — October 19, 2006 @ 3:05 pm
Força Cabral, tu descendente daquela ilustre familia que tanto fez pelo pais na n epopeia maritima atreves-te a retransmitir uma coisa dessas??? lembro-te o que o teu avo te dizia de Espanha nem bons ventos nem bom casamento…
Comment by fernando — October 22, 2006 @ 2:23 pm
É uma questão que não só não se coloca, bem como nunca se deveria colocar.
É certo que D. Afonso Henriques tinha um problema com a mãe relacionado com o Complexo de Édipo. Certo é, também, que Espanha tem tido uma performance Económica muito positiva, no entanto, não vendemos a nossa Idendidade Nacional por um prato de lentilhas. Não sou, particularmente Nacionalista, até porque não gosto do termo e de certas interpretações que o mesmo tem, no entanto não gostaria de viver numa Monarquia - a Republica custou muitas vidas e é muito mais justo que qualquer Monarquia, mesmo que Moderna. Os Espanhois passam a vida a lixar-nos: O Rio Douro e Tejo em Tempo se Seca são travados nas barragens Espanholas; Fazem Centrais Nucleares encostadas á nossa fronteira, etc…
Enquanto menbros da União Europeia não temos de mudar de Identidade Nacional, temos sim que fazer parte de uma comunidade forte, de um lobi internacional, por forma a sermos mais fortes. Ele há cada ideia!!!!
Comment by Cândido Paiva Ribeiro — October 22, 2006 @ 10:09 pm
É uma questão que não só não se coloca, bem como nunca se deveria colocar.
É certo que D. Afonso Henriques tinha um problema com a mãe relacionado com o Complexo de Édipo. Certo é, também, que Espanha tem tido uma performance Económica muito positiva, no entanto, não vendemos a nossa Idendidade Nacional por um prato de lentilhas. Não sou, particularmente Nacionalista, até porque não gosto do termo e de certas interpretações que o mesmo tem, no entanto não gostaria de viver numa Monarquia - a Republica custou muitas vidas e é muito mais justo que qualquer Monarquia, mesmo que Moderna. Os Espanhois passam a vida a lixar-nos: O Rio Douro e Tejo em Tempo se Seca são travados nas barragens Espanholas; Fazem Centrais Nucleares encostadas á nossa fronteira, etc…
Enquanto menbros da União Europeia não temos de mudar de Identidade Nacional, temos sim que fazer parte de uma comunidade forte, de um lobi internacional, por forma a sermos mais fortes.
” Ele há cada ideia!!!! “
Comment by Cândido Paiva Ribeiro — October 22, 2006 @ 10:13 pm